Saber e compartilhar sobre neurodivergência é crucial para promover INCLUSÃO, combater preconceitos e garantir que neurodivergentes tenham seus DIREITOS e NECESSIDADES RESPEITADOS. Isso ajuda a construir uma sociedade mais empática, onde a diversidade cognitiva é valorizada e entendida como parte natural da experiência humana. Além disso, neurodivergentes podem ser considerados Pessoas com Deficiência (PCD) dependendo do grau de impacto em sua funcionalidade. No Brasil, o Decreto 6.949/2009, que incorpora a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, reconhece deficiências físicas, sensoriais, intelectuais ou mentais que dificultem a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições. O autismo, por exemplo, é incluído nesse contexto quando representa barreiras significativas.
EXEMPLOS DE NEURODIVERGENCIAS
Na definição de neurodivergente encaixam-se pessoas diagnosticadas, por exemplo, com:
Dislexia: a pessoa dislexa apresenta dificuldade na aquisição e automatização da leitura e escrita.
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Transtorno do espectro autista (TEA): o TEA caracteriza-se por provocar prejuízos na interação social e comunicação. Além disso, o indivíduo apresenta neurodesenvolvimento caracterizado por padrões de comportamentos repetitivos.
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Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH): o TDAH caracteriza-se por provocar sintomas como inquietude, desatenção e impulsividade.
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Síndrome de Tourette: pessoas diagnosticadas com a síndrome apresentam tiques múltiplos, os quais podem ser vocais ou motores. Alguns desses tiques incluem piscar, balançar a cabeça, franzir a testa, tossir, limpar a garganta e até mesmo emitir palavras de forma completa ou parcial.
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