- Diagnóstico tardio: Como no seu caso, a falta de conhecimento e compreensão pode levar a um diagnóstico tardio, o que pode afetar negativamente o desenvolvimento e a qualidade de vida da pessoa.
- Intervenções inadequadas: A desinformação pode levar a intervenções inadequadas ou até mesmo prejudiciais, como terapias baseadas em punição ou reforço negativo.
- Estigma e isolamento: Os estereótipos e a desinformação podem perpetuar o estigma e o isolamento das pessoas com autismo e suas famílias.
- Falta de apoio: A desinformação pode levar a uma falta de apoio adequado para as pessoas com autismo e suas famílias, o que pode afetar negativamente a saúde mental e física.
No meu caso, é como se eu tivesse sido "invisível" por muito tempo, com minhas necessidades e características sendo ignoradas ou mal interpretadas. É incrível como a fé cem Deus, buscar na fé, e graças a Ele, encontrado força e resiliência para superar esses desafios e buscar um diagnóstico e apoio adequados.
Hoje busco compartilhar minha história e experiências para ajudar a descontruir esses mitos e estereótipos, e promover uma maior compreensão e aceitação do autismo.
Comecei pelo excesso de demandas, que acabaram me gerando tantas sobrecargas, que comecei a ter crises frequentes. Eu não sabia que se tratavam de crises de autismo, achei de verdade que estava surtando, e eu não queria que isso seguisse acontecendo e fui buscar ajuda profissional.
Nesta busca pelo autoconhecimento, acabei passando por inúmeras avaliações, que resultaram no diagnóstico e laudo, de Neuropsicologas e Psiquiatras especializados.
Após tudo isso, até me sinto melhor, uma vez que comecei a me entender, a me conhecer realmente e gostar de quem sou. O processo foi demorado, complicado; tive que revisitar meu passado todo, desde o ventre da minha mãe, e descobri que eu me sentia inadequada, diferente, complicada, por que nem eu mesma me conhecia.

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